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segunda-feira, setembro 22, 2008

Primavera


A primavera, dizem, são para as pessoas póstumas, seja de uma vida cuja conclusão não perdoa o cansaço ingrato, seja de uma morte, simbólica, claro, que preza por uma inevitável revitalização. Ela se encontra em jardins cuidados por gente que prima inocência, acima da casca ruga que oferta escadas lisas para suas pétalas quase algodão. Das pontinhas de estreitas veredas, cujo temor é a constância do escorregão, todo ser que fala, mesmo que maltratado e alienado, busca ali, resposta para uma infalível questão. Ô, vida, pensando bem... Não fossem teus espinhos, no meio de um pau-de-sebo amargariamo-nos numa triste eterna condição.

quinta-feira, setembro 11, 2008

Big Bang


Em tempo de LHC, prefiro o Big Bang de olhares que se desejam. A coisa esquenta e é factível a expansão do universo que nasce daí.









terça-feira, setembro 09, 2008

Metades


Tem gente que consegue ser inteiro na plenitude da metade. Eu não.