Ele pensava uma coisa, ela pensava noutra. Ele queria isso, ela insistia naquilo. Se uma hora era aquilo, ela tratava por isso. Quando desvirava, ela já não fazia questão... Ela quando ia, o outro retornava. Quando ela se tornava, o sujeito contornava. Se ela pede arrego, ele não dar nenhum sossego. Se contempla o tempo a só, ele senta logo ao lado. Se um deles não aguenta e logo diz que vai embora, os dois já não têm dúvidas e lá se vão com a mesma mala. De tão confusos eu já nem sei pensar um fim. Que se resolvam em tal destino, vai saber se nem tão ruim assim...
Já não pertenço a esta intriga.
Já não pertenço a esta intriga.
1 comentários:
Quando o amor anda descasadinho, é hora de se pensar se queremos mesmo andar com alguém que não acompanha nosso passo.
É muito difícil caminhar de mãos dadas se os passos não acompanham.
Quando é assim, melhor não pertencer à intriga mesmo.
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